quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A Mulher e o Mercado de Trabalho


Não há dúvida de que as mulheres representam hoje, em nosso país e no mundo, uma parcela significativa do mercado de trabalho. Estão cada vez mais presentes em diversos segmentos e em diversos cargos, principalmente ocupando altos postos de chefia (o exemplo mais recente é a eleição de Dilma Roussef para o cargo de presidente do Brasil).
A mulher executa suas atribuições (todas as milhares) com especial atenção e zelo a cada detalhe das mesmas, cumprindo-as quase sempre com êxito. Ela associa profissionalismo, paixão e eficiência, tendo como resultado a realidade que conhecemos hoje: a crescente incorporação das mulheres no desenvolvimento da economia nacional e a ampliação contínua de sua inserção de forma qualificada (sim, já somos maioria entre os estudantes de cursos superiores).
Acredito que estamos diante não de um modismo, mas de uma tendência social irreversível.
Resta aos homens e também às corporações a humildade de tirar lições e ensinamentos deste movimento profissional feminino. Em função desta realidade, teremos em breve, talvez em uma década, uma predominância de mulheres na liderança das organizações públicas e privadas, como resultado desta preparação profissional que estão envolvidas de uma maneira muito mais ostensiva do que os homens.

Espera-se que as empresas, o companheiro e a própria mulher,  diante desse quadro adotem medidas que certamente contribuirão com o sucesso e satisfação de todos:

  • É preciso que as mulheres admitam que vão ter de lidar com problemas domésticos mesmo estando longe de casa, como o filho que se machuca ou não quer comer, as lições do colégio e o atraso do motorista levando as crianças para o ballet e para o judô.

  • Os homens também devem aprender a conviver com as mesmas mulheres, pois os minutos que elas gastam com a casa as deixam tranqüilas e as fazem render muito mais logo a seguir, certas de que seus problemas foram resolvidos.

  • É bom que as empresas também aceitem isso tudo como normal daqui em diante; afinal, não somos nós que falamos tanto em qualidade de vida?

  •  templates da lua
    O reflexo dessa nova postura na vida familiar e na casa também é inevitável, mas com a ajudinha do marido e dos filhos tudo fica muito mais fácil parar todos. Aqui vão algumas dicas para que todos fiquem felizes:
      
  • A primeira e grande mudança é o estabelecimento de um pacto de ajuda mútua quando se fizer necessário. O homem deve sim, realizar pequenas tarefas que a maioria julga femininas (abrir a porta para a diarista, tomar recados ao telefone ou receber a roupa que o tintureiro está entregando).

  • Todos devem ter tarefas a cumprir, e não apenas esperar que a mulher o faça (afinal, é obrigação dela?). Exemplos típicos são arrumar a cama e botar a mesa.

  • O homem deve participar do processo de compras de supermercado, açougue ou padaria, olhando não apenas o seu lado, mas também a casa e a família. Isso implica em comprar não só as guloseimas, mas também detergente, lâmpadas, sabão e saco de lixo entre outros.

  • Estabelecer um lugar comum para troca de mensagens e avisos que interessam a todos ou que podem influir nas decisões do dia-a-dia. A geladeira é um lugar recomendado, pois todos a usam com freqüência (lembretes sobre pagamentos, informações do seu roteiro de hoje e telefones onde pode ser achado, a nota dos remédios pedidos e entregues pela farmácia).

  • Respeitar ao máximo as regras da proação, principalmente se a casa não tem empregada ou se não é dia da diarista. Traduzindo: não deixar o copo na pia após beber água, pois ele não se lava sozinho; estender a toalha após o banho, pois ela não voa da sua cama para o varal por si mesma!
    - Evitar todas as formas adotar posições comodistas e fugir das responsabilidades dizendo aos filhos: isso é sua mãe quem decide!


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